O PL, partido controlado pela família Bolsonaro, elegeu a maior bancada da Câmara dos Deputados com 121 das 513 cadeiras, ederais, aumento de 23,47% em relação aos 98 parlamentares da atual legislatura eleitos em 2022. Resultado coloca o partido na condição de niovo recordista, superando o MDB em 1990, que elegeu 109 deputados.
Segundo o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) , a expressiva bancada de 121 deputados e de 28 senadores, além de poder político, garante ao partido o maior fundo eleitoral para as proximas eleições, superando os R$ 881 milhões deste pleito.
Já os partidos de esquerda registraram um leve recuo nas cadeiras a partir de 2027. Terão 124 parlamentares, ante aos 125 desta legislatura.
A federação PCdoB, PT e PV conquistou 88 cadeiras, quatro a mais que o número de assentos que detém atualmente.
A federação formada por PP e União conseguiu emplacar 87 deputados, contra 98 atualmente. O PSD vai ter cinco parlamentares a menos – 43, ante 48. O Republicanos perdeu uma vaga, passando de 42 a 41 deputados. MDB ficará com dois parlamentares a menos (de 38 a 36), o Podemos manteve 27 e o PSDB saiu de 17 para 11. O Novo ganhou cinco deputados e terá 10 a partir de 2027. E o Missão manteve um parlamentar, Kim Kataguiri.