As vendas do varejo na Bahia de março para abril de 2026 apresentaram queda (-1,5%). O estado teve o seu segundo resultado negativo, embora menos intenso do que o registrado na passagem de fevereiro para março (-3,1%).
Ainda segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE, das 27 unidades da Federação, 20 apresentaram quedas no comparativo com março, e a retração baiana foi a 13ª mais intensa, em um índice idêntico ao do Brasil como um todo (-1,5%).
Já na comparação de abril/26 com abril/25, as vendas do varejo na Bahia seguiram em alta (0,6%), chegando a 13 meses de crescimentos mensais consecutivos (avançam desde abril/25). Foi, no entanto, um aumento inferior ao nacional (1,0%) e apenas o 17º maior entre as 20 unidades da Federação.
Com os resultados do mês, as vendas do varejo baiano seguiram em alta no acumulado nos primeiros quatro meses de 2026 (3,5%). O resultado é superior ao registrado no Brasil como um todo (2,0%) e o 11º crescimento entre os 24 estados com resultados positivos.
Em abril foram registradas altas em 4 das 8 atividades do varejo restrito (que exclui automóveis, material de construção e atacado de alimentos). Os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,3%) apresentaram apenas o 4º maior crescimento, mas, por serem o segmento com o maior peso na composição do varejo baiano, foram os que mais influenciaram no resultado positivo geral do estado.
Já os móveis e eletrodomésticos (5,7%) apresentaram o 3º maior crescimento e deram a 2ª maior colaboração positiva para a alta do varejo baiano frente a abril de 2025. O segmento com maior crescimento das vendas em abril, porém, foi o de livros, jornais, revistas e papelaria (38,4%), que possui um peso menor na composição do varejo do estado.