O brasileiro com rensa mensal de R$ 3,6 mil já aparece entre os 10% mais ricos do país. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Continua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda segundo dados de de 2025, esse grupo é composto por cerca de 21,2 milhões de pessoas.
Nessa divisão, o 1% mais ricos, com renda média registrada de R$ 24,9 mil, somam 2,1 milhões de pessoas, enquanto os 5% mais pobres tiveram renda média verifica em R$ 166, grupo representado por 10,7 milhões e com valor considerado abaixo do mínimo existencial para viver, definido em R$ 600 reais.
Pela tabela do IBGE o Brasil tem 2,1 milhões de brasileiros, o equivalente a 1%, com renda de R$ 24,9 mil. Outros 4%, com renda de R$ 9.648, respresentam 10,6 milhões de brasileiros. Cerca de 10% com renda mensal de R$ 3.590 equivalem a 21,2 milhões de brasileiros. Metade (50%), 106,1 milhões de brasileiuros somamrenda de R$ 1.311.
Do total de 212,7 milhões de pessoas residentes no Brasil em 2025, 67,2% possuíam algum tipo de rendimento, o maior nível da série histórica da pesquisa e equivalente a 143,0 milhões de pessoas. Ainda de acordo com o IBGE, a massa de rendimento mensal real de todos os trabalhos atingiu R$ 361,7 bilhões em 2025. A Região Sul manteve a maior proporção de pessoas com rendimento (70,9%), enquanto Norte (60,6%) e Nordeste (64,4%) apresentaram os menores percentuais, apesar dos avanços registrados nos últimos anos.
O Pnad mostra que a renda permanece bastante concentrada no Brasil. Os 10% da população com os maiores rendimentos receberam, em média, 13,8 vezes mais do que os 40% com os menores rendimentos em 2025. Os 10% mais ricos concentravam 40,3% de toda a massa de rendimentos domiciliares, o que significa um bolo maior do que a parcela de 32,8% auferida pelos 70% mais pobres juntos.