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Camaçarico 17 de fevereiro 2020


Sintonia  Depois de muita conversa e acordos de arrumação, o alcaide de Camaçari e candidato a reeleição, Antonio Elinaldo (DEM), entra na fase final do desenho da sua base de partidos para a disputa das eleições de 4 de outubro. Com a inclusão do Cidadania, como antecipou no domingo (16) o Camaçari Agora (Confira), time ganha o 4º partido, ao lado do DEM, PSDB e PRB. Mas, esse número tende a aumentar com a entrada de mais uma legenda, que pode ser o PSL, ou o PSC.


Sintonia 2  Assim como o PR, depois rebatizado de PL, o PV é outra legenda que não exibe o grau de confiança necessário para se manter na base e assegurar a filiação de importantes lideranças municipais sob a orientação do alcaide Elinaldo. De acordo com fontes da Coluna, essas novas lideranças, ainda sem mandato, tendem a trocar o PV pelo PSL ou PSC. Nesse time está Jamesson da Silva, um dos defensores da formação de um partido com apenas candidatos sem mandato. A leitura de Jamesson é simples: com a nova legislação que impede coligação de partidos, como ocorreu até as eleieções passadas, cada legenda precisará ter um time forte para eleger vereador. Hoje o coeficiente eleitoral para puxar o 1º nome é estimado em 6,5 mil votos.


Sintonia 3  Um dos ex-cabeças da Juventude do DEM em Camaçari (JDEM),  estrutura de grande  importância na eleição de Elinaldo em 2016, e com intenso trabalho no segmento mais jovem, Jamesson vai precisar compor o partido com outras lideranças. Os também novos Herbinho Herbert e Ivandel Pires, além de outros nomes que exibiram boa votação no pleito passado, estão nessa lista.


Sintonia  4  Mas, existe a possibilidade de parte dessas lideranças jovens serem alojadas numa das legendas do chamado time principal, formado pelo quarteto DEM, PSDB, PRB e Cidadania. Gente acostumada com a matemática eleitoral  acredita que fora de uma legenda alternativa, sem caciques e formada apenas por novas lideranças sem mandato, as chances dessa ala jovem seriam mínimas e serviriam apenas como engorda no coeficiente eleitoral. Segundo apurou o Camaçarico, configuração deve ser fechada nos próximos dias.


Sintonia 5  Já definido está o Cidadania (23), com os  atuais vereadores Adauto Santos, sem partido e ex-PSD; Antonio Falcão e Jamelão, que deixam o DEM; e Zé do Pão, inviável no PTB pelo qual se elegeu em 2016.  A suplente e no exercício do mandato, Doutora Cristiane Bacelar,  troca o Republicanos, partido que está filiada desde o ano passado, pelo Cidadania.


Sintonia 6 Como antecipou o Camaçarico (Confira), o PSDB marcha com os eleitos pelo PR/PL e atualmente exercendo cargos de secretário, Elias Natan, na pasta da saúde; e Gilvan Souza, titular do turismo. O vereador Pastor Neilton, hoje no PSB, também engorda o ninho tucano. 


Sintonia 7 A novidade é a entrada de Dilson Magalhães, que deixa o Patriotas e ganha plumagem tucana. O suplente do mesmo PR/PL e também no exercício do mandato, Niltinho Maturino, também vai para o PSDB. 


Sintonia 8  No Democratas seguem o presidente do Legislativo, Jorge Curvelo, o atual secretário de habitação e vereador licenciado até o final de março, Júnior Borges. Os vereadores Flávio Matos e Vaninho da Rádio também ficam na legenda. Fecha o time de lideranças com grande potencial os suplentes e atualmente no exercício do mandato, Fafá de Senhorinho e Rui Magno.


Sintonia 9  O Republicanos (PRB) segue sem novidades. Puxada pelo Bispo Jair, legenda terá o vereador Val Estilos, atual PPS. Dedel, suplente de vereador pelo PSDB e atualmente no exercício do mandato até o final de março, desistiu do Cidadania e vai se abrigar no Republicanos.


Sintonia 10 Confirmada essa arrumação, as 5 legendas da base governista terão 160 candidatos, 32 por partido, como manda a lei que define esse total pela soma das cadeiras no Legislativo (21) mais 50% (11).


Sintonia 11  Fontes da Coluna estimam que a base governista aposta na manutenção do número de vereadores de 2016, quando assegurou 16 das 21 cadeiras. Conta dos 4 partidos mostra que a disputa não será fácil. São 19 postulantes entre candidatos à reeleição e suplentes. Somados às lideranças sem mandato que sempre tomam parte das cadeiras, eleição de 4 de outubro promete.   


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João Leite Filho joaoleite01@gmail.com (Editor)


17/ 2/2020

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