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Camaçari ocupa a 64ª posição no ranking nacional do saneamento

Mais da metade (55%) do esgoto  gerado no Brasil não recebe tratamento e é despejado na natureza, poluindo rios, mares e lagoas. De acordo com levantamento de 2016 feito pelo Instituto Trata Brasil esse volume de esgoto corresponde a 5,2 bilhões de metros cúbicos por ano ou quase 6 mil piscinas olímpicas de esgoto por dia. É o que aponta um novo estudo do Instituto Trata Brasil.  


No ranking das 100 maiores cidades do país a Bahia aparece  com apenas 4 cidades. Camaçari, na posição 64, fica atrás de Vitória da Conquista, a 4ª melhor no  ranking do saneamento do país, Salvador (41º) e Feira de Santana (42º).  Franca (SP), Cascavel (PR) e Uberlândia (MG) são as  3 com melhores índices do país.


O estudo é feito com base nos dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) indica que o saneamento tem avançado pouco. Em 2016, 83,3% da população era abastecida com água potável, o que quer dizer que os outros 16,7%, ou 35 milhões de brasileiros, ainda não tinham acesso ao serviço. Em 2011, o índice de atendimento era de 82,4%. A evolução foi de 0,9 ponto percentual.


Quanto à coleta de esgoto, 51,9% da população tinha acesso ao serviço em 2016. Já 48,1%, ou mais de 100 milhões de pessoas, utilizavam medidas alternativas para lidar com os dejetos – seja através de uma fossa, seja jogando o esgoto diretamente em rios. Em 2011, o percentual de atendimento era de 48,1% — um avanço de 3,8 pontos percentuais. Apenas 44,9% do esgoto gerado no país era tratado em 2016. Em 2011, o índice era de 37,5% — uma evolução de 7,4 pontos percentuais.


Historicamente, os números de esgoto são piores que os de água no país por conta da falta de prioridade nas políticas públicas, maior custo de investimento e de dificuldade nas obras, entre outros motivos. Por isso, mesmo tendo apresentado a maior alta entre os indicadores, o acesso ao tratamento no país continua baixo, já que o esgoto que não é tratado é jogado diretamente na natureza, causando problemas ambientais e sanitários. Com informações do portal G1

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