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Blindagem Depois da doutora Adriana Guedes, a gestão do alcaide Antonio Elinaldo (DEM) ganha outra figura imexível. Durante seu balanço de 1º ano de gestão e apresentação dos planos para 2018, na manhã de terça-feira (20), o prefeito de Camaçari não deixou dúvidas de que a doutora Juliana Franca Paes, titular da secretária de desenvolvimento urbano e Meio Ambiente (Sedur), fica no governo.


Blindagem 2  Mesmo sem justificativas para a ausência da doutora Juliana, em sessão prestigiada pela maioria dos secretários, o alcaide não economizou elogios à chefa da Sedur. Lembrou as qualidades da urbanista na implantação do PDDU (plano diretor de desenvolvimento urbano) e na melhoria do sistema de licenciamento de empreendimentos, justamente a área que é acusada pelo Ministério Público Estadual. Segundo o MPE, Juliana Paes integra um esquema criminoso de facilitação de licenças mediante recebimento de propina para empreendimentos na pasta que comanda.


Blindagem 3  Mesmo com repercussão em toda a imprensa local, estadual e até nacional, e ‘comentário do dia’ nas redes sociais desde a semana do carnaval, o caso da doutora Juliana não parece incomodar o alcaide. Deveria!


Blindagem 4  Muito mais que sinalizar despreocupação com os prejuízos políticos gerados pela manutenção da secretária, que o alcaide admitiu ao Camaçarico ter sido escolhida por influência do prefeito de Salvador e principal liderança política do grupo, ACM Neto, Elinaldo demonstra descuido com a preservação da transparência com a coisa pública. Em entrevista ao Camaçarico, Elinaldo disse na manhã de terça-feira (20) que ainda não havia conversado com o subsecretário da Sedur, ex-vereador José Matos, sobre sua participação no inquérito que acusa a doutora Juliana.


Blindagem 5  Reconhecido pelo próprio Elinaldo, como desafeto de Juliana, Matos segue formalmente dividindo com a doutora as principais funções da Sedur. O ex-vereador José Matos, pai do vereador Flávio Matos (DEM), voto importante e qualificado na bancada de Elinaldo, foi um dos ouvidos em janeiro pelo promotor Everardo Yunes, durante a fase de recolhimento de provas sobre a atuação da ‘quadrilha’. Segundo o MPE o esquema era comandado pela secretária e seu esposo Aridã Carneiro, com a participação de servidores da pasta.


Blindagem 6  Já a doutora Adriana Guedes, outra imexível citada na nota ‘Blindagem 1’, além de ação na Justiça, é acusada pela própria procuradoria do município de provocar danos ao erário público por sua atuação no comando  da procuradoria fiscal do município. Mesmo fora do cargo, segue poderosa e protegida pelo secretário de finanças, o também doutor Renato Almeida.


Equívoco Continua restritivo o trabalho da imprensa na Câmara de Vereadores de Camaçari. Sem espaço destinado para acomodação decente dos profissionais durante as sessões do Legislativo, agora sob o comando do vereador Oziel Araújo (PSDB), descaso segue a velha regra do desrespeito aos jornalistas e radialistas. Foi assim com os  antecessores José Marcelino e Téo Ribeiro, ambos do PT.


Equívoco 2 Além do tradicional aperto na ‘sala de imprensa’, um cubículo escuro e menor que uma cela destinada a presos de todos os tamanhos e status, o presidente Oziel, provavelmente  mau orientado, avançou na discriminação. Após a sessão de abertura dos trabalhos legislativos, na manhã desta terça-feira (20), o presidente e anfitrião se recusou a realizar uma entrevista coletiva no plenário. Preferiu atender em separado e com primazia, no seu gabinete, a reportagem da TV Bahia.


Equívoco 3 Ao fim da entrevista à emissora global, Oziel e o alcaide Antonio Elinaldo, voltaram ao plenário para realizar uma coletiva improvisada com os demais veículos. Sem comitê de imprensa ou qualquer entidade de classe atuante no município, imprensa de Camaçari segue desunida e fragilizada para regozijo do poder.


Marquetingue O presidente do Legislativo, o tucano Oziel Araújo, está aprendendo rápido as lições de construção de imagem. Durante seu pronunciamento na sessão de abertura dos trabalhos 2018 da Câmara de Vereadores, Oziel fez questão de exibir a Constituição do Brasil, como sua ‘bíblia’ e guia incondicional das suas ações no Legislativo.


Marquetingue 2 Acusado pelo Ministério Público de comandar um esquema de repasse de recursos públicos para si próprio e outros 19 vereadores, através de servidores laranjas, Oziel já havia usado outra referência no mundo da política. Durante sua  explicação rebatendo as denúncias do MPE, o tucano fez questão de exibir, ainda que de forma ‘acidental’, outra ‘biblia’, o livro ‘A Arte da Guerra’. Escrito pelo general e filósofo chinês Sun Tzu, no século 6 antes de Cristo, tratado apresenta lições até hoje seguidas sobre planejamento, estratégia e liderança.


Marreta O ex-vereador Pedrinho de Pedrão perdeu o cargo de coordenador do Cras (Centro de Referência e Assistência Social) do Nova Vitória. Pedrinho andou fazendo coro no grupo de suplentes e lideranças oposicionistas defensoras da 'lisura na política' com punição exemplar, de preferência perda dos mandatos dos 20 vereadores envolvidos no esquema de repasse de dinheiro  através de assessores laranjas.


Marreta 2 Segundo apurou a Coluna, a marretada veio da Câmara de Vereadores, casa que Pedrinho tanto defendeu e sonhava voltar com o apoio da máquina do maior Cras de Camaçari, responsável por cerca de 80 mil pessoas de  mais de 12 bairros.


Novos ares O Conselho de Cultura de Camaçari deve ganhar oxigênio novo e necessário para revigorar o importante colegiado de debates e proposições da produção artística e cultural da cidade.


Novos ares 2 Coluna destaca duas candidatas antenadas e com histórico nas suas áreas de atuação. A jornalista Jane Silva, postulante a representante do segmento ‘audiovisual’, e a poetisa  Edna Pessoa, candidata à cadeira ‘livro e literatura’.


Novos ares 3 Eleições para o biênio 2018/2019 acontecem dia 5 de março e escolhem  representantes e suplentes dos segmentos ‘música’, ‘audiovisual e novas mídias’, ‘teatro’, ‘dança’, ‘patrimônio material e imaterial’, ‘livro e literatura’, ‘artes visuais e artesanato’, ‘produção cultural’ e sociedade civil e movimentos sociais’. As outras 12 cadeiras são formadas por 9 conselheiros escolhidos pela prefeitura, 1 indicado pelo Legislativo, 1 pelo Cofic e outra pelo segmento empresarial.


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João Leite - joaoleite01@gmail.com (Editor)


20/2/2018

 





A espera

A espera Mudo desde as denúncias do Ministério Público (MP), semana passada, envolvendo a sua secretária de desenvolvimento urbano, Juliana Paes, o alcaide de Camaçari, Antonio Elinaldo segue como se esperasse ‘Godot’. Escrito nos anos 1950 por Samuel Beckett, texto retrata a eterna espera de Vladimir e Estragon. Mesmo sendo escolhido o senhor do caminho de uma cidade, Elinaldo incorpora as dúvidas e incertezas dos personagens criados pelo dramaturgo irlandês quando decide nada decidir.


A espera 2 Insustentável no cargo de titular da Sedur, a doutora Juliana, denunciada pelo MP por formação de quadrilha (Confira), segue agarrada ao posto que já não lhe pertence. Sequer tem condições de se apresentar para seus subalternos para dizer que está sendo injustiçada por um complô de adversários.


A espera 3 Se é inocente, como diz e jura, terá de provar fora do cargo. Diferente do texto de Godot, a sua insistência e a indecisão do alcaide apenas aumenta as dúvidas da população/plateia que assiste essa confusa encenação.


A espera 4 Como reforçou na sua ineficaz e até incriminadora nota distribuída para a imprensa (Confira), sua reação de se manter no posto não fortalece sua verdade. Pelo contrário, robustece as dúvidas e enfraquece o governo municipal que ela tanto diz defender.


A espera 5 Com farta e pesada munição contra a doutora Juliana, seu maridão, conhecido pela desenvoltura com que se movimentava nos gabinetes da Sedur, e mais alguns funcionários integrantes do esquema criminoso de facilitação de licenças para empreendimentos imobiliários no município,  denúncia não vem do nada.


A espera 6 Tem a assinatura de José Matos, atual subsecretário da pasta, que até a postagem dessa Coluna seguia oficialmente comandada pela urbanista. Partido de quem partiu, movimento precisa ser explicado. Experiente e conhecedor do mapa eleitoral, ruas e becos de Camaçari, Matos foi vereador e liderou a bancada  governista do alcaide Luiz Caetano (PT). Mesmo sem mandato, conta com 1 voto no Legislativo, corporificado pelo seu filho e sucessor Flávio Matos (DEM), seu seguidor e integrante do projeto que resultou na eleição de Elinaldo.


A espera 7 Afinal de contas, o alcaide Elinaldo sabia, ou estava  inocente sobre os desejos e posteriormente das denúncias de Matos, feitas ao MP em janeiro. Se sabia, compactuou com a operação. Mas, se foi surpreendido, como a maioria da população, terá de receber explicações convincentes do aliado José Matos. Se é que existem.


A espera 8 O que não é novidade é o desconforto que a doutora Juliana vinha causando na gestão. Em reunião de secretários, realizada no começo do ano passado, a então empoderada titular da Sedur andou falando grosso. Comportamento autoritário chegou a atingir a imagem de chefe do prefeito. Desconforto, ainda segundo fontes da Coluna, teria sido superado em nome do projeto maior.


A espera 9 Como mostrou o Camaçari Agora, sobe para 20 o número de vereadores e suplentes  no mandato, envolvidos  em irregularidades com repasse de recursos públicos. Eleitos para defender Camaçari, vereadores,  segundo denúncias do Ministério Público, acreditam que maioria da população do município também integra  o quadro de personagens do texto 'Esperando Godot'. 


Certeza  Com a doutora Juliana Paes pendurada no cargo de secretária da Sedur, as ações criminosas contra o meio ambiente em Camaçari ganham fôlego. A invasão do Sangradouro, área de preservação vizinha a Aldeia Hippie de Arembepe, só faz crescer. 


Certeza 2 Destruição de regiões de  rios, lagoas e dunas com sua vegetação singular começou no 2º governo do petista Luiz Caetano, em 2006. Com cerca de 400 invasores com barracos e casas de todos os tamanhos, ocupação irregular passou pela gestão Ademar e segue fortalecida pelas incertezas dos ‘Vladimir’ e dos ‘Estragon’ da Sedur.


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João Leite - joaoleite01@gmail.com (Editor)


15/2/2018 

 





Carnavalizando

Carnavalizando Mesmo desobrigados de desfilar no bloco 'Traquinos com a coisa pública', pela chamada presunção da inocência, parte significativa do poder de Camaçari não vai escapar da fantasia de 'Inimigos da cidade',  aplicada por uma população cansada de tanto desmando com o seu dinheiro. É o que sinalizaa mioria absoluta dos internautas manifestada nas centenas de postagens nas redes sociais.


Carnavalizando 2 Criado às vésperas do Carnaval pelo Ministério Público Estadual (MPE), com base em ações civis e penais de improbidade administrativa, 'bloco' é formado por nada menos que 44 integrantes.


Carnavalizando 3 Divididos por alas, desfilam na linha de frente, nada menos que 17 dos 21 vereadores de Camaçari. Chama a atenção a presença de todos os 5 oposicionistas e mais 12 governistas. A secretária municipal Juliana Paes e o seu marido Aridã  de Souza Carneiro reforçam o grupo dos vips. Também aparecem em destaque o ex-prefeito Ademar Delgado, sua vice-prefeita carmen Siqueira, e seu secretário de finanças camilo Pinto. Mais distante do som do trio, na ala dos laranjinhas, aparecem os 18 assessores da Câmara de Vereadores e os 4 servidores do município acusados pelo MPE de integrar o esquema na secretaria de desenvolvimento urbano. 


Carnavalizando 4 Bloco poderia ser maior, caso o atual prefeito,  Antonio Elinaldo, seu vice José Tude, e todos os seus secretários, também com salários engordados acima do estipulado pela lei, fossem citados pelo MPE. Como o atual poder municipal assumiu em janeiro do ano passado e não possui responsabilidade direta  com o processo de aumento ilegal de vecimentos, seus integrantes estão apenas sendo comunicados a restabelecer os valores legais e devolver o recebido de forma parcelada. 


Carnavalizando 5 Pelas contas do Ministério Público, bloco não gerou prejuízo menor que R$ 800 mil. São cerca de R$ 500 mil com a ala de integrantes do Legislativo, outros R$ 80 mil com a turma do ex-alcaide. Completam a conta os valores da propina na Sedur, conforme apurou o Camaçari Agora (Confira). 


Carnavalizando  6 A resposta da secretária de desenvolvimento  urbano, Juliana Paes, às acusações do MPE de participação em esquema criminoso de facilitação de licenças para empreendimentos em Camaçari deixou mais dúvidas que certezas. Nota distribuída pela assessoria da prefeitura na noite de quinta-feira (Confira) traz estranhos buracos. 


Carnavalizando 7 Além de não fazer qualquer referência sobre a inocência do seu marido, também acusado pelo Ministério Público, a doutora Juliana apresenta uma versão carnavalesca sobre o uso para fins pessoais da  caminhonete da prefeitura. Ao justificar o uso pessoal e a guarda da L200 Mitsubishi na garagem de sua residência, segundo ela por total falta de segurança nos estacionamentos e áreas sob a responsabilidade da prefeitura, a titular da Sedur fantasia de ET o esquema de vigilância noturna da prefeitura. 


Carnavalizando 8 Longe de Camaçari até a quarta-feira de cinzas (14), o projeto de descanso do alcaide seguramente não começou bom. Caso Juliana é fantasia apertada que deve incomodar o merecido relax de Elinaldo.


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João Leite - joaoleite01@gmail.com (Editor)


9/2/2018 

 





Replay

Replay  Não causou boa impressão a ‘fala’ de Janete Ferreira, nova titular da secretaria de desenvolvimento social e cidadania (Sedes), durante encontro na tarde de segunda-feira (5), com os profissionais da Casa da Criança e do Adolescente de Camaçari. Acostumada com o destrato, desconhecimento, e com a falta de projetos e aplicação das políticas públicas na assistência social, turma da Cica, como é oficialmente chamado o equipamento, saiu com a sensação de filme repetido.


Replay 2 Longe do afago e da sinalização de fortalecimento de vínculos, comuns nesse tipo de trabalho, a ex-vereadora e ex-gestora da Limpec, até dezembro passado, preferiu a frieza. Esperando boas notícias e o cumprimento das promessas de instalação de equipamentos necessários para as cerca de 300 crianças e jovens carentes atendidos pela estrutura, profissionais ouviram respostas vagas e soluções de quem tem pouca intimidade e sensibilidade com a assistência social.


Replay 3  Pelo andar da caçamba, a Casa da Criança de Camaçari perigas não interromper os 7 anos de descaso. Desprezado desde a gestão da doutora Jailce Andrade, no 3º governo Luiz Caetano (PT), o oficialmente batizado centro integrado da criança e adolescente (Cica)
seguiu sua trajetória de menor abandonada nos 4 anos da gestão do alcaide do ex-petista e hoje sem partido, Ademar Delgado. Ignorado como o mais importante e único equipamento público de apoio e inclusão de jovens carentes do município, apesar do desaparelhamento, Casa da Criança seguiu sem apoio nos 12 primeiros meses da gestão do demista Elinaldo.


Replay 4  Sem computador, internet e smart TV, equipamentos necessários para a inclusão de  jovens carentes no mundo das novas tecnologias, a Casa da Criança e do Adolescente de Camaçari segue reforçando o caminho do apartheid social. Mesmo reforçado por verba federal, estrutura  funciona sem merenda, apoio psicossocial para alunos e familiares, isso sem falar nas miudezas indispensáveis para as aulas como corda de violão e  baquetas.


Replay 5  Servidores, independente do status de efetivo,  cargo de confiança ou Reda, precisam ocupar seus espaços e compromissos nesse debate. Por onde andas o Conselho Municipal de Assistência Social, colegiado responsável constitucionalmente pela fiscalização e  apresentação de propostas que assegurem a aplicação  das políticas públicas da assistência social, como determina o Sistema Ùnico de Assistência Social (Suas). Protestos e reclamações pelos grupos privados de whatsApp não são suficientes. É preciso resgatar o tempo perdido.


Replay 6  Camaçari tem números sociais nada confortáveis e que só fazem crescer. Com 42 mil famílias no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), município soma mais de 160 mil pessoas. Número representa mais da metade da população de 300 mil pessoas,  com renda total mensal é de até 3 salários mínimos e situada  nas faixas, se é que pode se  distinguir, de 'pobreza' ou 'extrema pobreza'.


Replay 7  Desse total, segundo números oficiais, o município sede do maior completo  industrial integrado do Hemisfério Sul e dono de uma receita mensal que beira os R$ 100 milhões, soma quase 29 mil (28.946) famílias atendidas pelo Bolsa Família. Trocando em miúdos,  são 116 mil ou 30% da população total de Camaçari sob o guarda-chuva do programa federal de transferência de renda.


Replay 8  Por ironia, descuido persiste justamente na gestão do ex-menino pobre que trabalhou na rua e sabe a falta que faz uma boa escola, o acolhimento e uma indispensável formação educacional.


 


Silêncio  O Camaçari Agora e toda a Camaçari preocupada com o dinheiro do contribuinte querem saber como anda a auditoria na Cidade do Saber. Um ano depois do início dos trabalhos coordenados pelo então interventor do programa, o doutor Guilherme Augusto Teixeira Neto, a cidade continua sem saber.


Silêncio 2 Afinal de contas, qual foi o tamanho do rombo deixado pela ONG Instituto Professor Raimundo Pinheiro, gestora do programa Cidade do Saber desde a sua criação, em 2007. Vai longe os 180 dias, prometidos pela prefeitura no começo do ano passado, para a conclusão da auditoria. Estragos nos cofres municipais já foram confirmados por outra auditoria, realizada pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).


Tropeço  Os passeios do novo Fórum de Camaçari continuam sem piso táctil. Inaugurado na quarta-feira (31/1), último dia do mandato da então presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Maria do Socorro Barreto Santiago, equipamento fundamental para a garantia da justiça de portadores de necessidades especiais vai ficar para outra audiência.


Tropeço 2 Construídos fora do padrão do restante dos passeios do Centro Administrativo Municipal, como mostrou o Camaçarico, trecho do Fórum, mesmo no risco da lei que exige largura mínima de 1,5 metro, apresenta dimensões inferiores às calçadas construídas pela prefeitura. 


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João Leite - joaoleite01@gmail.com (Editor)


6/2/2018 Atualização às 18h39

 





Na sombra

Na sombra  E o PT de Camaçari segue rachado, mas tentando passar uma imagem de unidade que não existe. A Lavagem de Jauá, na sexta-feira (26), deixou de forma inequívoca essa certeza. Com camisas  vermelhas, vereadores petistas e militantes, que juram  apresentar até o carnaval seu candidato a deputado estadual da base de Camaçari,  se misturavam aos apoiadores do pré-candidato a deputado estadual, não se sabe ainda por qual partido, muito menos defensor de quais teses sociais, econômicas ou espaciais, o empresário Raimundinho da JR. 


Na sombra 2 Devidamente sinalizados com camisetas e bonés com a griffe 'JR', o grupo capitaneado por familiares do deputado federal e 3 vezes prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, não  fazia cerimônia sobre o caminho que o líder seguirá.


Na sombra 3 Com a justificativa de agenda de compromissos com o ex-presidente Lula,  o deputado Luiz Caetano se livrou da constrangedora caminhada entre petistas e raimundistas, até a igreja do padroeiro Bom Jesus dos Navegantes.  


Na sombra 4 Mesmo sem condições de emenda, o PT de Camaçari aposta num nome para operar essa argamassa, ainda que de forma simbólica. Os vereadores Jackson Josué e Téo Ribeiro aparecem como os mais prováveis para o sacrifício de disputar uma candidatura 'proforma' para deputado, enquanto o colega de bancada, José Marcelino se posiciona fora da disputa. Mesmo sabendo que não vence, nome  petista ganha bônus eleitoral com a disputa para reforçar a reeleição em 2020.  


Na sombra 5 Nem com a deputada Luiza Maia se despedindo desse 2º e último mandato e preparando sua confortável aposentadoria, que não impede a combativa  de  disputar a prefeitura em 2020, o deputado Bira Coroa aparece como o nome  do PT de Camaçari. Com votação minguante na sua cidade, sua principal base eleitoral, e nenhuma boa vontade de Caetano para ajudar na sua reeleição, Bira aposta nas bençãos do governador Rui Costa para se manter na Assembleia.  


Na moita  O também 3 vezes prefeito e atual vice-prefeito, José Tude (MDB), segue indefinido e aguardando por qual pouso partidário irá disputar uma das 63 cadeiras da Assembleia Legislativa. Segundo disse à Coluna, as chances de ficar são de '50%'. Vai aguardar até final de março, começo de abril, para definir se fica no partido de 'Geddel 51', vai para o DEM e assume o número 25123, que pertenceu a  Elinaldo, ou aposta numa legenda com menos caciques e necessidades de menor votação para garantir sua eleição. 


Arejo  Amanhã é dia de festa e revigoramento da base oposicionista de Camaçari. O governador Rui Costa  inaugura às 9h, a nova unidade do SAC, no shopping Camaçari Boulevard. Lá, diferente de outras manifestações paroquiais, o chefe é o 'gov'.


DNA  Os problemas de tráfego e os riscos de acidentes com pedestres e motoristas, gerados pela falta de sinalização na avenida Francisco Drumond e outras vias da cidade que estão tendo o piso asfáltico renovado, é mais uma 'obra' da secretaria da infraestrutura (Seinfra).


DNA 2 A Coluna apurou que a pasta comandada pela doutora Joselene Cardim não consegue trabalhar de forma sintonizada com a Superintendência de Trânsito e Transportes (STT), informando os serviços e a consequente necessidade de realização imediata da sinalização. A mais recente tratorada aconteceu nesta terça-feira (30), com a destruição de parte da fiação do conjunto de sinaleiras da avenida rio Camaçari.


DNA 3  O descaso com motoristas e pedestres também tem similar no governo do estado. Obra de duplicação do trecho inicial de 2 quilômetros da Via Cascalheira (BA-530) , a partir da  BA-535  (Via Parafuso), é outro esparro. No caso da obra chancelada pelo governador Rui Costa, a agravante é o descuido com o trabalho  dos empregados responsáveis pela construção da mureta que separa as pitas. Sinalização precária e ausência da Polícia Rodoviária Estadual para  ordenar o grande fluxo de veículos transformam o trecho numa verdadeira zona de perigo. 


Passinho A secretaria da cultura de Camaçari inscreve até março, os profissionais interessados nas funções de coreógrafo, assistente e dançarino. Grupo com 8 bailarinos, 1 coreógrafo, 1 assistente e 2 dançarinos reservas vão formar a Companhia Camaçari de Dança.


Passinho 2 A proposta salarial, longe do movimento de uma grande coreografia, segue a regra de nivelar por baixo. De acordo com o edital, o coreógrafo, com o vencimento mais alto, vai receber um salário bruto de R$ 2.600,00, menos que 3 salários mínimos (R$ 954,00), por uma carga horária mensal de 180 horas.


Passinho 3 Já os dançarinos e o assistente de coreógrafo receberão pelas mesmas 45 horas semanais de trabalho um salário de R$ 2 mil, o equivalente a 2 salários mínimos. Contrato com 12 salários mensais e duração de até 2 anos (24 meses) não dá direito a férias e outros benefícios.


Baixaria  O cerimonial da prefeitura de Camaçari  continua se comportando como um mero organizador de festinhas e atividades de cidade com duas ruas. Além dos micos de todos os tamanhos, impostos ao alcaide Elinaldo, equipe ainda 'arma barraco', como o registrado durante a Lavagem de Jauá.


Baixaria 2 Longe da missão  de prezar pela elegância e pelo respeito às tradições, funcionária ignorou todos, inclusive o padroeiro, transformando a porta da igreja em antessala de delegacia.  


Paciência  Problemas no provedor que atende o Camaçari Agora estão impedindo, ainda que provisoriamente, o acesso aos arquivos de notícias do site. Logo, logo o  sistema será restabelecido.


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João Leite - joaoleite01@gmail.com (Editor)


30/1/2018

 





Esquecido

Esquecido  Caminha para 1 ano e o alcaide Antonio Elinaldo nada faz para seguir o que manda a legislação que regula a atuação de servidores. Como mostrou a Coluna de 27 de outubro (Confira), a  servidora Adriana do Nascimento Guedes segue imexível na secretaria da fazenda (Sefaz). 


Esquecido 2 Documento da procuradoria do município enviado ao alcaide em  fevereiro do ano passado exibia uma atuação nada  exemplar da servidora, antiga responsável  pela estratégica procuradoria fiscal do município. 


Esquecido 3 A doutora Adriana foi acusada pela procuradoria do município de  práticas desabonadoras e que feriam o princípio da gestão da coisa pública,  responde a Ação Penal por exercício  de função pública sem autorização, e por outra Ação Civil Pública por improbidade, também proposta pelo Ministério Público Estadual (MPE).


Controle  Se o secretário de governo já era poderoso na gestão Elinaldo, depois da reforma administrativa, aprovada no final de 2017, pela Câmara de Veredores, o ex-prefeito Helder Almeida (DEM),  ficou ainda mais cacifado. Desde janeiro que passou a ser função da sua pasta, a Segov, a elaboração, avaliação e execução do planejamento e do orçamento da administração de Camaçari.


Eterna aluna Mesmo focada nas aulas de matemática, ministradas na rede municipal, a ex-vereadora Professora Patrícia continua ligada e atenta aos caminhos nada lógicos da política. Garante que continua filiada ao PT, não abre mão de Camaçari, e segue acreditando que é possível fazer política com 'P' maiúsculo. 


Eterna aluna 2  Vereadora entre 2013 e 2016, Patrícia aproveita o tempo distante das atividades parlamentares para finalizar seu mestrado. Sem esquecer de fazer contas de somar e multiplicar a partir da observação do que não deve ser mais feito, e do que está errado e continua a contribuir na subtração da luta por uma Camaçari melhor. 


Eterna aluna 3 Longe e crítica da vaidade e da necessidade de endeusamento nocivo ao seu grupo político, observa quais caminhos são necessários construir uma agenda de atuação política positiva e realmente importante para a cidade.


Na rede  Camaçari, sede do maior complexo integrado industrial do Hemisfério Sul, e amparada por  sindicatos de trabalhadores  com boa estrutura, passou longe do mapa de manifestações em defesa do ex-presidente. Enquanto grupo privilegiado seguiu para Porto Alegre, outros preferiram ficar protestando no conforto do lar, a partir de seus celulares, tabletes e  computadores.


Na rede 2  Do outro lado da varanda da política, os adversários de Lula, capitaneados pelo DEM, mesmo com a estrutura da máquina municipal favorável, seguiu a regra do conforto e também se alojaram nas redes sociais.


Desatenta  Seguem pela metade as obras de requalificação das principais vias da região central de Camaçari. A avenida Francisco Drumond virou um pistão sem qualquer sinalização horizontal. 


Desatenta 2 A sempre  briosa  Superintendência de Trânsito e Transporte (STT) precisa lembrar à  doutora Joselene Cardim, secretária e chefe oficial das obras, que depois do asfalto é preciso realizar imediatamente a pintura das faixas que definem o sentido dos veículos, os limites das pistas e as passarelas para pedestres, como determina o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Em tempos de muitos carros, motos e motoristas com baixa experiência, o risco de acidente aumenta.


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João Leite - joaoleite01@gmail.com (Editor)


25/1/2018

 



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