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Professor é profissão sem reconhecimento e valorização

Pesquisa realizada pelo Instituto Península, entre setembro e outubro, com profissionais de escolas públicas e particulares, mostra que 74% acreditam que os professores não são respeitados no Brasil. Outros 77% disseram que sua profissão não é valorizada pela sociedade. Ainda segundo o levantamento, mais da metade (52%) diz que é "um orgulho ser professor no Brasil" e ainda dois em cada três deles escolheriam dar aulas novamente, se pudessem voltar no tempo. 


"Eu me orgulho de ser professor todos os dias", diz o docente da rede estadual de Minas Romildo Calixto Amaro Junior, de 36 anos, que dá aulas de Filosofia em uma favela de Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. "Mas a gente vive em um país em que a educação é vista como mal necessário para atingir uma profissão. Poucos veem como uma possibilidade de transformação", completa. Na pesquisa, 77% disseram que sua profissão não é valorizada pela sociedade.


O Brasil tem mais de 2 milhões de professores que dão aulas em escolas públicas e particulares. O piso salarial determinado por lei fica em torno de R$ 3 mil. Na pesquisa, só 18% responderam que a remuneração é compatível com o nível de complexidade da sua atuação e 90% disseram que o professor não recebe bons salários. Mesmo assim, quando indagados sobre como se sentiriam mais valorizados, questões como condições de trabalho, aprimoramento da carreira e reconhecimento pela sociedade apareceram mais que o salário. 


A pesquisa Valorização da carreira docente: um olhar dos professores foi realizada com 1,1 mil professores de todo o País. A maioria tem entre 36 e 45 anos, dá aulas no ensino fundamental e é mulher. 


Pesquisas mostram que países como Canadá, Cingapura e Chile, que investiram fortemente no professor, tiveram avanços rápidos na educação. Isso inclui atrair os melhores alunos do ensino médio para a carreira docente, com seleção diferenciada, aprimorar a formação para deixá-la mais próxima da realidade da sala de aula, fechar cursos ruins, ter avaliações periódicas e melhores salários. Estadão

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