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Coluna Camaçarico 19 de fevereiro 2015


Transcendental Conhecida pelo rico orçamento e generosidade, em muitos casos para tristeza dos interesses públicos, a prefeitura de Camaçari continua longe do combate aos fantasmas que tanto assombram sua gorda folha de pessoal. Um exemplo clássico deste descaso é a servidora Isabela Rebouças, lotada na Limpec (Empresa de Limpeza pública de Camaçari). Além do salário bruto de pouco mais de R$ 4 mil, a função de assessora da presidência ainda lhe garante telefone corporativo devidamente calibrado com créditos para ligações.


Transcendental 2 O caso chama a atenção pela sua capacidade de flutuação durante as 4 últimas gestões. Contratada em 2006, na gestão Ivan Durão (2006/2008), seguiu incólume sobre a chefia de Domingos Barbosa (2009/2010), e Lezineide Chagas (2011/2012), governo Luiz Caetano. Avançou na gestão do prefeito Ademar Delgado, com o presidente Alfredo Andrade (2013/2014). Se não houver faxina com a atual gestora da Limpec, Valentina Saraiva, empossada em janeiro, servidora completa 9 anos neste 2015.


Transcendental 3 D. Isabela não é a única. Levantamento feito pela Coluna estima que mais de 100 fantasmas vagam pelas diversas estruturas municipais. Indicado por políticos, com e sem mandato, poderosos e aliados de alto calibre, lista de fantasmas já foi maior. Ainda de acordo com essas mesmas fontes, conta não sai por menos de R$ 3 milhões/ano aos cofres do município.


Receita Depois de muita promessa a prefeitura finalmente inicia a instalação do CAPSi de Camaçari. O centro, prometido para março, num imóvel  localizado no bairro Inocoop, vai realizar atendimento psicossocial de crianças e adolescentes, até agora misturadas a adultos, num total desrespeito ao Estatuto da Criança e a dignidade humana.


Receita 2 Queixa é antiga e foi motivo de reação dura da dona de casa Elisangela Silva, mãe do garoto Henri, 9 anos, ao descaso do ex-secretário de saúde do município, durante Audiência Pública, realizada em abril do ano passado, na Câmara de Vereadores. Vale refrescar a memória. Confira a nota ‘Emergência 3’, postada na Coluna do dia 27.


Lição O assalto ao vereador Junior Borges (DEM), seguido de furto do veículo, na noite de segunda-feira (16), em Camaçari, é mais que um número na estatística policial do município. Serve de exemplo para que os representantes do povo tomem mais cuidado com a segurança pessoal e com o bem público.


Lição 2 Assim como o sumiço do chevrolet Cobalt, cor prata e placa OUF-8762 (Camaçari), os demais veículos alugados pela Câmara de Vereadores de Camaçari, são usados dia e noite pelos edis municipais. Alguns até em atividades nada condizentes com a função de legislador representante do povo. 


Presença Os deputados estaduais petistas Luiza Maia e Marcelino Galo fizeram festa durante a Mudança do Garcia, segunda-feira de carnaval. Luiza com seu bloco Antibaixaria arrastou cerca de 300 foliões devidamente encamisados e animados por bandinha ‘chupa catarro’. Já o colega de bancada foi mais ousado com seu ‘bloco do Galo’. Cerca de 1 mil pessoas vestidas com a camisa do grupo e cabeças adornadas com cristas vermelhas dançaram ao som de poderosa charanga com mais de 20 músicos. Além da busca de mídia e espaço político na festa, outra coincidência entre o ‘Galo’ de Marcelino, e o ‘Antibaixaria’ de Luiza foi o apoio do governo do estado.


Presença 2 Mesmo integrante juramentado da base do prefeito Ademar Delgado, o vereador Jackson Josué (SDD) vestiu a camisa do bloco Antibaixaria. Jackson foi o único a desfilar ao lado dos agora rivais do alcaide, Luiza e deputado Caetano. A não indicação de um de seus aliados para a subsecretaria de Esportes (Sedel) teria ajudado a levar o edil até a avenida. Ausências notadas foram dos fiéis escudeiros Téo Ribeiro e Professora Patrícia (PT).


Energético O carnaval de Salvador foi só alegria para o ex-vereador Cleber Alves. O trio elétrico ‘Avalanche’, de sua propriedade, foi um dos contratados pelo governo do estado para animar a folia da capital. Quem entende do mercado garante que Alves não embolsou menos de R$ 70 mil.


Alô, Alô A rua do Mangalô, bairro Água Fria, continua fora do mapa da prefeitura. Pista com cerca de 2 quilômetros e dezenas de famílias, é a única das transversais da Via Cascalheira (BA-331) que não é asfaltada. Além da lama nos dias de chuva e da poeira nos dias de sol, comunidade enfrenta a inconstância na coleta do lixo.


19/2/2015

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